A renomada cantora Marina Lima, uma das grandes referências da música pop brasileira, compartilhou em entrevista à revista digital Breeza detalhes sobre sua experiência com a maconha e sua relação com substâncias psicoativas, aos 70 anos de idade.
Confira algumas declarações:
“Iniciei meu contato com a cannabis aos 16 anos, acompanhada de uma prima. Nunca tive interesse em cocaína. Consumo álcool ocasionalmente, mas não fumo cigarros. Nunca experimentei LSD e recentemente testei MDMA, mas não apreciei”
“Sinto-me bem alimentada e nutrida quando uso uma boa cannabis; quatro tragadas são suficientes para mim. Após duas horas, mais quatro. […] Um cigarro de cannabis me acompanha o dia todo. Faço a dosagem certa e isso me permite estar na condição ideal para realizar minhas atividades”
“Desde o início da minha carreira, todas as composições foram feitas sob a influência da maconha. Comecei a criar músicas aos 16 anos, junto com [Antonio] Cícero. […] Percebi que a cannabis abria minha mente musicalmente”
“Em nosso primeiro álbum, sempre buscamos contar histórias e transmitir mensagens ao mundo através das músicas. Queríamos nos divertir. Ríamos bastante uns dos outros, embora cada um tivesse seu estilo único; havia uma grande intimidade e um humor especial entre nós”
“Atualmente com 70 anos, fumo maconha há cerca de 55 anos. Estou me sentindo bem. Não apresento nenhuma doença e minha saúde está ótima. Sempre usei a maconha de forma controlada […] Não é para eu ficar fora de mim. Para mim, não é um alucinógeno; ao contrário, proporciona estabilidade”
O conteúdo sobre Marina Lima: “Todas as músicas que compus foram sob o efeito de maconha” foi publicado originalmente no PAPELPOP.
